Folha de S.
Paulo:
“Com uma arma na boca e em um ônibus que se dirigia ao Centro do Rio
pela Avenida Brasil, uma mulher de cerca de 30 anos foi estuprada por um
assaltante no fim da tarde da última sexta-feira, menos de 35 dias depois que
uma turista americana foi atacada sexualmente em uma van na região
metropolitana da capital fluminense.”
No dia de hoje vemos mais uma vez a notícia de um ESTUPRO em veículo
de transporte coletivo no Rio de Janeiro!
A segurança pública no Brasil está numa situação lastimável, o crime
de ESTUPRO é para mim, o de maior violência que possa ser concebido, porque
pretende roubar a dignidade, a liberdade e a felicidade da vítima. Mesmo o
crime contra a vida, que resulta na morte, não é tão torpe, porque se extingue
no momento da prática.
Vemos a violência tornar-se alarmante em São Paulo, principalmente
com a crueldade do assassinato de uma dentista que trabalhava e foi queimada
viva por ter apenas R$ 30,00! Curitiba tem ex-prefeitos baleados e não
socorrido no centro da cidade, temos um médico morto às 20h00 quando retornava
ao seu lar!
No Rio de Janeiro os crimes sexuais pululam!
O que é preciso para resolver esta situação?
Mais penas?
Mais cadeias?
Mais policiais?
NÃO SENHORES! PRECISAMOS MAIS VERGONHA NA CARA E ELEGER POLÍTICOS QUE
SE INTERESSEM PELA COISA PÚBLICA E PELA ADMINISTRAÇÃO DO GOVERNO! A SITUAÇÃO
QUE AÍ ESTÁ É NOSSA RESPONSABILIDADE! RECLAMAMOS ESTARRECIDOS, MAS VENDEMOS
NOSSO VOTO, ELEGEMOS SEMPRE OS MESMOS INCOMPETENTES, SOMOS FARISEUS!
PRECISAMOS DE MENOS ESTADO, DE GOVERNO COMPETENTE, MAS SE RENAN
CALHEIROS É PRESIDENTE DO SENADO, SE O PASTOR FELICIANOS É PRESIDENTE DA
COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS, SE COLLOR VOLTOU AO SENADO, ELES TODOS FORAM ELEITOS!
O crime é a consequência de uma sociedade de má consciência, de
falsos moralismos e de partidos e políticos corruptos, eleitos por nós, por
mais ninguém!
Infelizmente a culpa da sociedade brasileira estar passando por situações tão desoladoras é somente reflexo de uma política corrupta escolhida por uma nação sem direito á educação, desmotivada a aprender, a pensar e assim não ter discernimento para escolher com consciência seus representantes em todo processo publico.
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